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Purim

Qual é sua parte favorita de Purim?

A história de Purim em resumo é sobre a rainha Esther, que foi a escolhida para casar-se com o rei Achashverosh sem ele saber que a moça era judia.

Haman era o primeiro ministro do império do rei e era antisemita. Um dia, Mordechai, o líder dos judeus (e primo de Esther), desafiou as ordens do rei e se recusou a ajoelhar-se perante Haman. Haman ficou ofendido e convenceu o rei a emitir um decreto ordenando o extermínio de todos os judeus em 13 de Adar – data escolhida por um sorteio feito por Haman.

Mordechai reuniu todos os judeus, convencendo-os a se arrepender, jejuar e rezar a D’us. Enquanto isso, Esther pediu ao rei e a Haman que fossem com ela a um banquete. Esther revelou ao rei sua identidade judaica e pediu que Achashverosh a ajudasse a impedir Haman de cometer este crime. O rei ordenou que Haman fosse enforcado e nomeou Mordechai primeiro ministro. Foi emitido um novo decreto – concedendo aos judeus o direito de se defenderem contra seus inimigos.

Em 14 de Adar os judeus celebram até hoje a sua salvação com diversos costumes:

– Para reviver os eventos milagrosos de Purim, ouvimos a leitura da Meguilá (o Rolo de Ester) duas vezes: uma na véspera, sabádo,( 15 de março esse ano) e novamente no dia de Purim,16 de março.
Em certos pontos da leitura, onde o nome de Haman é mencionado (acompanhado de um adjetivo), é costume fazer barulho com reco-recos, apitos, vuvuzelas e bater os pés no chão para “erradicar” o seu nome mal.

– A preocupação com os necessitados é uma responsabilidade durante todo o ano, mas em Purim é uma mitzvá especial para lembrar-se dos menos favorecidos.
Faça caridade, pelo menos, para duas (mas de preferência mais) pessoas carentes em Purim durante o dia, 16 de março.

– Em Purim destacamos a importância da unidade judaica e amizade, enviando presentes de comida para os amigos (Mishloach manot).

-A Festa de Purim é celebrada com uma refeição festiva especial durante o dia de Purim, em que a família e amigos se reúnem para alegrar-se com o espírito de Purim. É uma mitsvá para beber vinho ou outras bebidas inebriantes nesta refeição. Também comemos Hamantaschen (Oznê Haman), que parecem com as orelhas ou o chapéu usado por Haman.

– Em Purim temos também o costume de nos fantasiar! É uma maneira alegre e divertida de aumentar ainda mais a alegria do milagre ocorrido.

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Iton – Primeiro Semestre 2014

 

A MAIOR FESTA DE TODOS OS TEMPOS: Carnaval

 

Como vocês sabem semana que vem é o carnaval! Uhuuuuul! O maior e mais conhecido feriado do Brasil! Entre Sexta feira (dia 28) e Quarta feira de cinzas (06 de março) a INFRAERO estima que os 63 aeroportos do Brasil vão alcançar 3,1 milhões de passageiros!!!! No carnaval de 2012 o “mercado do carnaval” movimentou 2,7 BILHÕES de Reais!! Imagina só 1% desse valor!!

Mas como essa festa chegou no Brasil e se tornou tão grande e importante para o nosso país??

O Carnaval surgiu há muuito tempo atrás na Grécia Antiga, aproximadamente em 600 a.C., como uma festa de agradecimento a fertilidade do solo. Em 560 d.C. a própria Igreja Católica adotou a festa como o período marcado pelo “adeus a carne” (em latim “carne vale”) de onde surge o nome da festa que conhecemos até hoje!

Cada cidade criava a sua forma de festejar, afinal durante o período do Carnaval havia uma grande concentração de festas populares. Em Paris, na sociedade Vitoriana (1800 e bolinha), foi onde se inspiraram grandes carnavais que conhecemos pelo mundo, adotando o modelo de fantasias e desfiles.

No Brasil, o Carnaval chegou com os portugueses com o nome de intrudo, baseado principalmente em brincadeiras em que pessoas sujavam umas as outras como o mela-mela, tipo um sacanim gigante!

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Com a declaração da independência do Brasil, em 1822, essa festa passou a ser vista como uma coisa ultrapassada e negativa, por estar muito vinculada a colônia ainda. Então são trazidos da Itália e da França o modelo de Carnaval que festejamos hoje.

Agora já com o nome de carnaval são introduzidos os bailes, desfiles, blocos de rua e a nossa principal marca: o Samba.

A partir de 1900 o carnaval foi crescendo cada vez mais e se tornando uma festa extremamente popular no Brasil, sendo reconhecido por todo o mundo.  Atualmente o Carnaval do Rio de Janeiro está no Guinness Book como o maior Carnaval do mundo, com um número estimado de 2 milhões de pessoas, por dia, nos blocos de rua da cidade.

Esperamos que todos vocês curtam esse feriado sensacional!

Melhor possível,

Alex Rutman

 

Dia do pensamento

Não sei se todos vocês sabem, mas nesse sábado vamos comemorar o Dia do Pensamento, que, pra quem não sabe o que é, eu vou explicar: Em 1926, nos Estados Unidos, surgiu a ideia de criar um dia em que as bandeirantes do mundo inteiro pensassem umas nas outras, e o dia escolhido foi dia 22 de fevereiro, porque Baden-Powell (fundador do escotismo e bandeirantismo) e sua esposa, Olave fazem aniversário nesse dia.

BP e Olave

Anos depois, as bandeirantes perceberam que aniversários são relacionados a presentes e como todo mundo gosta de receber presentes, foi estipulado que nesse dia ao invés das bandeirantes darem presentes a Olave e Baden-Powell, elas iriam se doar com uma contribuição voluntária além de seus pensamentos. Então, vocês devem estar se perguntando: O que tudo isso tem a ver comigo hoje em dia? O Dia do Pensamento serve para pensar um pouco nos outros e ver o que podemos ajudar, ver se não há nada que possamos fazer e quem sabe isso acrescente algo nas nossas vidas. Uma ótima oportunidade de por isso em prática é no acampô, será que não tem alguém precisando de ajuda, seja para catar lenha, ou cozinhar ou até mesmo para achar algo dentro da barraca. Às vezes nem nos damos conta que estamos ali do lado, só precisamos dar o primeiro passo.

Beijos e até sábado,

Mica

 

Para Nunca Esquecer!

No dia 27 de janeiro a Avanhandava foi ao lado de outras frentes da juventude da CIP, como convidada ao evento do Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto no Palácio dos Bandeirantes em São Paulo. Além da presença de autoridades como o Presidente da República em exercício Michel Temer e do Governador Geraldo Alckmin, tivemos a oportunidade de conversar com sobreviventes da Shoá.

O madrich Mauricio Homsi representa a Avanhandava no acendimento da primeira vela em lembrança os seis milhões de judeus mortos no holocausto

O madrich Mauricio Samuel Homsi representa a Avanhandava no acendimento da primeira vela em lembrança os seis milhões de judeus mortos no holocausto. Foto: CONIB/Facebook

Essa conversa nos mostrou que, além do que já imaginávamos, o passado é cada vez mais presente e ligado ao nosso futuro. Como uma Tnuá não devemos parar de educar sobre a Shoá para evitarmos as enormes dificuldades e responsabilidades que o assunto nos impõe. A curta conversa com essas vitimas, que como dito pelo Rabino Ruben Sternschein em seu discurso, morreram em parte pelo impacto que esse genocídio teve em suas vidas, nos mostrou que acontecimentos como o holocausto não devem ser esquecidos para que nunca mais se repitam. As falas de Cláudio Lottenberg, presidente da CONIB,  e de Rafael Eldad, Embaixador de Israel no Brasil, mostraram-nos que pela ótica da ciência humana, que é a politica, eventos como a Shoá não devem ser esquecidos. Assim, garantindo que nunca mais sejam praticados tamanhos atentados contra a Liberdade e a Declaração dos Direitos do Homem. Ainda no mundo de hoje o passado da Europa é o presente em regiões da África e Ásia; a Shoá que tanto lamentamos se repete em países como Ruanda.

Além da oportunidade incrível que foi refletir sobre um assunto tão delicado que é a Shoá, dentro das Tnuot e ao lado de quem presenciou, tivemos inúmeros encontros com bogrim da Avanhandava que sempre se lembram do “Uma Vez Avanhandava, Sempre Avanhandava” e não deixaram de contar histórias magnificas sobre seu tempo na Ava da época em que a nossa querida Casa da Juventude era na Rua Augusta.

Os madrichim Mauricio Homsi e Rudi Solon ao lado do governador do estado de São Paulo Geraldo Alckmin

Os madrichim Mauricio Samuel Homsi e Rudi Solon ao lado do governador do estado de São Paulo Geraldo Alckmin.