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Receita de Chalá

O pão sempre tem sido o principal componente da mesa judaica. A Torá muitas vezes usa a palavra “pão” ao referir-se à “comida”. Hoje, nenhuma refeição de Shabat ou Yom Tov pode ter início sem um par de Chalot frescas na mesa, (exceto logicamente em Pêssach, quando trocamos o pão pela Matsá)

“Chalá” é a denominação dada a esse pão trançado especial. Uma mesa com Chalot é um sinal de festividade. Em dias de Shabat e Yom Tov, é uma mitsvá comer uma refeição festiva que tem início com o kidush e o tradicional lavar das mãos antes de comer a Chalá. Em honra à ocasião, fazemos a bênção de Hamotsi sobre um par de Chalot inteiras, não cortadas.

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Segue abaixo uma receita para vocês poderem fazer as próprias Chalot em casa:

Ingredientes da Massa
8 copos de farinha de trigo,
2 pacotes de fermento de padeiro de 60g cada,…
1 ovo,
1/2 copo de óleo de girassol ou margarina de culinária,
1 colher (de chá) de sal,
1 copo de açúcar,
2 copos de água morna.

Preparação da Chalá
Dissolver o fermento em água morna, adicionar o açúcar, sal e a metade da farinha. Misturar bem e adicionar o ovo, o óleo ou margarina se preferir e o restante da farinha a pouco e pouco. (Antes da massa ficar espessa, pode-se misturar com a batedeira.)
Ponha a massa sobre uma superfície polvilhada de farinha e trabalhe a massa por uns 10 minutos. Só adicionar a farinha se necessário para trabalhar a massa para que não fique pegajosa. Deve trabalhar a massa até que ficar “elástica.”

Por fim deve por a massa em uma bacia grande, untada com margarina. Vire-a para que a parte de cima também seja untada. Cubra com uma toalha húmida ou envolva uma bacia plástica com a chalá dentro, com um plástico atando as pontas. Deixe crescer em local abrigado por duas horas, sovando-a a cada 20 minutos.

Divida a massa em dois e faça uma trança simples de três pedaços com cada uma das metades da massa. Por fim, coloque-as em formas individuais, ou numa assadeira grande, bem separadas uma da outra. Deixe crescer até dobrar em tamanho. Pincele os lados de cima e laterais com ovo batido e espalhe sementes de papoula ou de gergelim. Por fim deixe assar por aproximadamente 30 minutos, ou até dourarem.

 

10 Coisas Que Nunca Se Deve Dizer a Um Escoteiro

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Levando as coisas com um pouco de humor,  compartilhamos dez coisas que jamais se deve dizer a um escoteiro:
1. “Cuidado, você vai se sujar!”. Mas é claro! Normalmente quanto mais me sujo, melhor fico. Todos nós já chegamos de um acampamento e ao entrar debaixo do chuveiro a água saiu preta.

2. “Não entendo como você gosta de dormir no chão”. Essa frase é clássica, certamente em algum momento da sua vida de escoteiro já ouviu algo igual. Não é que nós gostamos de dormir no chão. A emoção, a aventura, dormir com os amigos e todo este conjunto torna a experiência de acampar incrível, incluindo dormir no chão.

3.Eu não vou acampar porque é perigoso. O que nesta vida não é perigoso? Os carros, as motos, até a cidade é bem perigosa e nem por isso deixamos de viver nela. Um escoteiro deve saber que local é bom para montar um acampamento ou não.

4. Os escoteiros não tem vida social. Isso é só o que parece, mas na realidade é o contrario. Muitas vezes trocamos festas por fins de semana com pessoas que conhecemos ou não e fazemos grandes amizades.

5. Acampar é chato. Isso é mentira, pelo contrário é uma experiência que muitos não se atrevem a viver.

6. Gasta-se muito dinheiro comprando material. Pode ser que esteja certo, mas um escoteiro sabe escolher os materiais que precisa para aproveitar um fim de semana no campo. Além disso, poucos itens são necessários para se viver um bom acampamento.

7. O escotismo ou eu. Creio que todos sabemos a resposta certa. Pare alguns minutos, prepare suas coisas e vá viver uma nova experiência. Com o tempo encontrará alguém que compartilha a mesma paixão que você.

8. Você está indo outra vez acampar?”. Sim, estou indo outra vez e não me importa se vai chover, trovejar ou fazer sol.

9.Com essa mochila pesada você vai machucar as costas. As aparências enganam. Levar uma mochila grande não significa levar mais que o necessário. Por este motivo tudo que levamos se distribui da forma correta para equilibrar o peso.

10. Olha os escoteirinhos. Não senhor, nós somos escoteiros, não vendedores de biscoitos, não somos militares, nem nerds. Não somos somente um movimento ecológico ou um clube para crianças.

E depois de tudo isto, eu poderia passar horas e horas falando sobre o escotismo. Somos pouco conhecidos por dentro, mas você sabe o lado bom disso? Não nos importamos se um dia você se aproximar para conhecer, pois somos um movimento aberto e a única coisa que queremos é deixar o mundo em melhores condições do que encontramos.

Texto original: http://www.scoutsur.com/10-cosas-que-nunca-le-debes-de-decir-un-scout/

 

Yom Hazicaron e Yom Haatzmaut no Shnat

Na última semana nós da kvutzá Shnat 2014 da CIP (Avanhandava, Chazit e Colônia) tivemos a oportunidade de passar pela primeira vez Yom Hazicaron e Yom Haatzmaut em Israel. No Erev Yom Hazicaron fomos a um tekess promovido pelo Masa Israel, agência da qual o shnat faz parte. No evento estavam centenas de participantes do Masa e conhecemos a história de cinco dos milhares de soldados caídos em guerra e vítimas de atentados terroristas que são lembrados nesta data.

Presenciamos as duas sirenes que são tocadas no chag. Nesse momento as pessoas param o que estão fazendo como sinal de respeito aos que perderam suas vidas. A segunda sirene ouvimos no Har Hertzl – cemitério militar de Jerusalém – onde ocorreu o ato oficial, com presença de grandes personalidades, como o primeiro – ministro Bibi Netanyahu. Aqui no Shnat pudemos ter uma experiência diferente ao passar os chaguim nacionais junto à sociedade israeli e por isso conseguimos abrir a mente para outros significados. Apesar de não conhecermos vítimas, muitos de nós se sentiram tocados pela causa.

Mesmo assim, esse chag gerou discussões entre nós, chanichim de tnuot noar, pois ao longo de todo o Machon LeMadrichim viemos refletindo sobre o exército aqui no Estado de Israel. No dia seguinte, nos deparamos com mais um dilema, pois sentimos que todas essas dúvidas e tristezas pareciam desaparecer, dando origem a alegria e festas dispersas em todo o país, comemorando por termos Israel, por podermos comemorar em Israel.

Texto: Eduardo Cukierkorn (Chazit) e Júlia Kalili (Avanhandava)

Fotos: Guilherme Pasmanik (Colônia)

 

Curiosidades de São Paulo

Oi galera!

Vivendo todo dia em São Paulo, frequentemente esquecemos que essa cidade, apesar de às vezes caótica e estressante, está repleta de coisas interessantes e curiosas, que muitos de nós nem ao menos conhecemos! Aqui estão algumas delas:

Na Vila Madalena existe uma rua conhecida como “Beco do Batman”, a rua Gonçalo Afonso. Lá as paredes são completamente grafitadas, e, de tempos em tempos, novos artistas passam e renovam a arte nas paredes. É um lugar de arte urbana, onde cada visita será diferente.

Beco do Batman

Existe um espaço zen, ideal para meditações, próximo à represa de Guarapiranga, chamado “Solo Sagrado de Guarapiranga”. O local foi idealizado pelo mestre japonês Mokiti Okada, para trazer uma separação da agitação habitual da cidade.

Solo Sagrado de Guarapiranga

Na Zona Sul da cidade encontra-se a CasaE, uma residência modelo de ecologia e economia de energia elétrica. A casa em questão é mantida por uma empresa química multinacional, que tem mais algumas residências do tipo espalhadas pelo mundo; e consegue, através das tecnologias implantadas em sua construção (como, por exemplo, paredes de isopor e tintas especiais), economizar até 70% dos gastos padrão de energia. A casa é aberta à visitação.

CasaE

Para que ter móveis convencionais quando se pode ter móveis feitos e pneus? É isso que Daniel Beato e alguns colegas fazem desde 2004 com a ONG Arte em Pneus. Localizada em Itaquera, a ONG produz e vende sofás, cadeiras, floreiras, entre outros, com pneus doados ou encontrados nas ruas.

Abaixo do Teatro Municipal, localizado no centro da cidade existe o Salão dos Arcos, previamente soterrado, e reformado em 1986. Porém, um fato interessante é que existem túneis subterrâneos abaixo do teatro, que provavelmente se conectavam com esse salão, e ligavam diretamente o teatro com o antigo Hotel Esplanada, no qual frequentemente ficavam hospedadas personalidades da época. Os túneis serviram como rota alternativa para algumas dessas personalidades, que desejavam ir para o municipal evitando serem assediados pelos fãs.

Salão dos Arcos

Por enquanto é isso! Lembrem de procurar sempre as coisas interessantes da cidade, elas estão espalhadas por aí…

 

Blood Day – Curiosidade

Você sabia que só no começo do século XX os cientistas começaram a entender como o sangue funcionava?

Em 1900, um cientista chamado Landteiner fez uma experiência com tipos diferentes de sangue e, atavés dessas misturas, ele observou que algumas se agrupavam, mas outras se separavam. Com base nessa observação, ele conseguiu diferenciar três tipos de indivíduos, que hoje em dia são dos grupos A, B ou O. O grupo AB só foi reconhecido alguns anos mais tarde, porque é um tipo sanguíneo muito raro. Foi atavés dessas descobertas que, hoje em dia, conseguimos doar sangue para outras pessoas!!!

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Mas mesmo podendo doar sangue sem correr risco, poucas pessoas doam o seu sangue frequentemente. Por isso a Ava realiza o Blood Day, um dia em que as pessoas com mais de 16 anos podem doar. Nesse ano tivemos 44 doadores!!! Isso é INCRÍVEL!!!

 

#DOESANGUE!!!!

Beijos e até sábado!!

Ceci